Este módulo proporciona ao técnico de manutenção certificado uma compreensão abrangente dos materiais utilizados na construção de aeronaves e do hardware utilizado para os montar e manter. Abrange as propriedades, identificação e aplicação de metais ferrosos e não ferrosos, materiais compósitos e não metálicos, e toda a gama de hardware de aeronaves, incluindo elementos de fixação, dispositivos de travamento, rolamentos, transmissões e cabos de comando. O módulo aborda também a corrosão — as suas causas, tipos e controlo — juntamente com os princípios dos ensaios não destrutivos e o manuseamento correto de selantes, adesivos e fluidos.
O programa está estruturado para construir conhecimento desde as propriedades básicas dos materiais (Nível 1) até aos critérios detalhados de aplicação e inspeção (Nível 3). Para a categoria A-Piston, a ênfase está nos materiais e hardware típicos de aeronaves ligeiras com motor a pistão, embora os princípios se apliquem universalmente.
2. Materiais de Aeronaves – Metais Ferrosos e Não Ferrosos
2.1 Alumínio e suas Ligas
O alumínio é o material estrutural mais amplamente utilizado na construção de aeronaves devido à sua excelente relação resistência-peso quando ligado e tratado termicamente.
Principais Elementos de Liga e os seus Efeitos:
Cobre (ex.: 2024): Aumenta a resistência, mas reduz a resistência à corrosão. Requer revestimento protetor ou anodização.
Zinco (ex.: 7075): Proporciona a maior resistência das ligas de alumínio comuns. Utilizado em estruturas altamente solicitadas.
Magnésio (ex.: 5056): Melhora a resistência à corrosão e a soldabilidade.
Manganês (ex.: 3003): Adiciona resistência moderada sem reduzir a conformabilidade.
Silício (ex.: 4043): Melhora as características de fundição e soldagem.
Condições de Tratamento Térmico:
-O (Recozido): Macio, dúctil e facilmente conformável. Não utilizado para estrutura primária por não possuir as propriedades mecânicas necessárias.
-T3 (Tratado termicamente por solução, trabalhado a frio, envelhecido naturalmente): Comum para chapa e rebites 2024.
-T4 (Tratado termicamente por solução, envelhecido naturalmente): Alta resistência, utilizado para chapa estrutural.
-T6 (Tratado termicamente por solução, envelhecido artificialmente): Resistência máxima, utilizado para extrusões e placas 7075.
-T62: Tratado termicamente a partir da condição recozida pelo utilizador.
Identificação das Ligas de Alumínio:
As ligas de alumínio são identificadas por um número de quatro dígitos (ex.: 2024, 7075) seguido de uma designação de têmpera. As ligas revestidas (Alclad) têm um sufixo que indica o revestimento (ex.: 2024-T3 Alclad).
Características de Corrosão:
O alumínio depende de uma fina camada protetora de óxido. Quando esta é danificada, a corrosão pode ocorrer rapidamente, especialmente na presença de eletrólitos. O produto de corrosão é tipicamente um pó branco/cinzento. As ligas de alumínio que contêm cobre são particularmente suscetíveis à corrosão intergranular se forem incorretamente tratadas termicamente.
2.2 Magnésio e suas Ligas
O magnésio é o metal estrutural mais leve (densidade aproximadamente 1,74 g/cm³), tornando-o atrativo para caixas de engrenagens, rodas e outros componentes estruturais não primários.
Propriedades Críticas:
Extremamente inflamável, especialmente em forma de partículas finas ou aparas.
Altamente suscetível à corrosão galvânica quando em contacto com metais dissimilares.
Requer tratamento protetor cuidadoso (ex.: revestimento de conversão química mais pintura).Considerações de Manutenção:
Limpeza: Utilizar nafta alifática ou outros solventes aprovados. Evitar solventes clorados (ex.: tricloroetileno, tetracloreto de carbono) que podem reagir com o magnésio e são perigosos.
Remoção de Corrosão: A remoção mecânica deve evitar faíscas (risco de incêndio) e não deve incorporar partículas de metais dissimilares (ex.: aço de escovas de arame) que criariam células galvânicas. Utilizar abrasivos não metálicos ou ferramentas especializadas seguras para magnésio.
Segurança contra Incêndio: Incêndios de magnésio são extremamente difíceis de extinguir. Areia seca, extintores especializados (Classe D) ou limalhas de ferro fundido são necessários. Água nunca deve ser utilizada.
2.3 Titânio e suas Ligas
O titânio oferece uma combinação única de propriedades que o tornam valioso em aplicações específicas em aeronaves.
Propriedades Principais:
Densidade: aproximadamente 4,5 g/cm³ (entre o alumínio e o aço).
Elevada relação resistência-peso.
Excelente resistência à corrosão, incluindo resistência à água do mar e a muitos produtos químicos.
Boas propriedades de fadiga e desempenho a altas temperaturas (até aproximadamente 400°C).
Baixo coeficiente de expansão térmica.
Identificação na Oficina:
Não magnético (ao contrário do aço).
Quando retificado, produz uma faísca branca brilhante (o aço produz faíscas amarelas).
A densidade é aproximadamente 1,7 vezes a do alumínio.
Aplicações:
Componentes de motores (pás de compressor, carcaças).
Elementos de fixação em áreas de alta tensão ou alta temperatura.
Acessórios estruturais onde são necessárias resistência à corrosão e resistência mecânica.
Precauções de Manutenção:
O titânio é difícil de maquinar; requer ferramentas e técnicas especializadas.
Evitar o contacto com ferramentas de aço durante a maquinação para prevenir a soldadura por fricção (galling).
Não é de baixo custo; a sua utilização só se justifica onde as suas propriedades são essenciais.
2.4 Aços e suas Ligas
Os aços são utilizados onde são necessárias elevada resistência, dureza ou resistência ao desgaste.
Tipos de Aço Utilizados em Aeronaves:
Aços de baixo carbono: Para artigos de uso geral, não estruturais.
Aços de médio carbono: Para peças que requerem resistência e tenacidade moderadas.
Aços de alto carbono: Para molas, ferramentas de corte e peças resistentes ao desgaste.
Aços-liga (ex.: cromo-molibdénio, níquel-cromo-molibdénio): Para componentes estruturais altamente solicitados, como trens de aterragem, suportes de motores e peças de sistemas de controlo. Estes são tipicamente tratados termicamente para níveis de alta resistência.
Aços inoxidáveis (cromo-níquel): Para aplicações resistentes à corrosão, como sistemas de escape, cabos de comando e elementos de fixação.
Tratamentos de Proteção para o Aço:
Cromagem (Revestimento de Cádmio): O revestimento protetor mais comum para elementos de fixação de aço de alta resistência. O cádmio corrói preferencialmente (ânodo de sacrifício) para proteger o aço. No entanto, o processo de revestimento pode introduzir hidrogénio no aço, levando à fragilização por hidrogénio. A cozedura (ex.: 190°C durante 4 horas) é necessária para eliminar o hidrogénio após o revestimento.
Zincagem (Revestimento de Zinco): Utilizada para aplicações menos críticas. Fornece proteção de sacrifício, mas é menos eficaz do que o cádmio em ambientes marinhos.
Revestimento de Conversão por Cromato: Aplicado sobre o cádmio ou zinco para melhorar a resistência à corrosão.
Pintura: Fornece uma barreira contra a humidade e eletrólitos.Fragilização por Hidrogénio:
Um risco significativo com aços de alta resistência. Os átomos de hidrogénio difundem-se na rede metálica, causando fragilidade e potencial falha catastrófica sob tensão. As fontes incluem limpeza ácida, eletrodeposição e reações de corrosão. A prevenção inclui cozimento após a galvanização e evitar o contacto com ácidos em aços de alta resistência.
3. Corrosão – Tipos, Causas e Controlo
A corrosão é a degradação eletroquímica de um metal. É uma preocupação primária na manutenção de aeronaves porque pode comprometer a integridade estrutural e está frequentemente oculta da vista.
3.1 Tipos de Corrosão
Tipo
Descrição
Aspeto Típico
Locais Comuns
**Superficial (Uniforme)**
Ataque uniforme sobre uma grande área
Pó branco/cinzento no alumínio; ferrugem vermelha/castanha no aço
Revestimentos da fuselagem, superfícies das asas, áreas com pintura danificada
**Puntiforme (Pitting)**
Ataque localizado formando pequenas cavidades
Pequenas cavidades ou furos, frequentemente com produtos de corrosão
Furos de fixadores, áreas onde o revestimento protetor está danificado
**Galvânica (Metais Dissimilares)**
Ocorre quando dois metais dissimilares estão em contacto na presença de um eletrólito
Corrosão na junção dos dois metais
Fixadores de aço em estrutura de alumínio, peças de magnésio com acessórios de aço
**Intergranular**
Ataque ao longo dos limites de grão
A superfície pode apresentar bolhas ou esfoliação; perda de resistência sem perda visível de superfície
Ligas de alumínio tratadas termicamente de forma incorreta, 2024-T3 sem revestimento
**Esfoliação**
Uma forma de corrosão intergranular que produz delaminação em camadas
Descamação ou desprendimento das camadas superficiais
Chapa e placa de alumínio, secções extrudidas
**Fendilhação por Corrosão Sob Tensão (SCC)**
Fendilhação causada pela ação combinada de tensão de tração e um ambiente corrosivo
Fendas finas e ramificadas, frequentemente com produtos de corrosão a exsudar da boca da fenda
Componentes altamente tensionados, como trens de aterragem, suportes de motores
**Corrosão por Fretting (Fricção)**
Ocorre em superfícies de contacto sob vibração e movimento relativo ligeiro
Óxido avermelhado (no aço) ou pó preto (no alumínio)
Juntas aparafusadas, juntas sobrepostas rebitadas, alojamentos de rolamentos
**Corrosão Filiforme**
Ocorre sob revestimentos orgânicos
Filamentos semelhantes a fios de produtos de corrosão sob a película de tinta
Componentes de alumínio e magnésio com pintura danificada
3.2 Controlo e Prevenção da Corrosão
Medidas Preventivas:
Revestimentos protetores (tinta, anodização, galvanização, revestimentos de conversão).
Compostos Inibidores de Corrosão (CICs) aplicados em estruturas internas e áreas propensas à entrada de humidade.
Orifícios de drenagem para evitar a acumulação de água.
Selagem adequada de juntas e superfícies de contacto.
Utilização de materiais compatíveis para evitar corrosão galvânica.
Inspeção regular e retificação imediata de danos na pintura.Procedimento de Remoção de Corrosão:
83.Avalie a extensão: Determine o tipo e a profundidade da corrosão em relação aos limites permitidos pelo fabricante (AMM/SRM).
84.Remoção mecânica: Use abrasivos não metálicos (por exemplo, microesferas de vidro, papel de óxido de alumínio) para evitar a incorporação de partículas de metais dissimilares. Para magnésio, evite ferramentas que produzam faíscas.
85.Avalie a espessura restante: Meça para garantir que o componente ainda esteja dentro dos limites aceitáveis. Se estiver abaixo dos limites, é necessária reparação ou substituição.
86.Restaure o acabamento protetor: Aplique revestimento de conversão química (por exemplo, Alodine para alumínio), primer e acabamento final conforme especificado no AMM.
87.Registre a constatação: Documente a corrosão, sua extensão e a ação tomada no diário de bordo da aeronave.
Princípios Importantes:
A corrosão nunca deve ser simplesmente pintada por cima sem remoção.
Escovas de aço não devem ser usadas em alumínio ou magnésio (risco de contaminação galvânica).
A integridade estrutural do componente deve ser verificada após a remoção da corrosão.
Se a corrosão exceder os limites permitidos, o componente deve ser reparado ou substituído conforme dados aprovados.
4. Hardware de Aeronaves – Elementos de Fixação e Dispositivos de Travamento
4.1 Parafusos
Parafusos Padrão AN:
Os parafusos AN são identificados por um sistema de número de peça que especifica diâmetro, comprimento e configuração da haste/cabeça.
Detalhamento do Número de Peça (por exemplo, AN6-20A):
AN: Army-Navy (série padrão)
6: Diâmetro nominal da haste em incrementos de 1/16 de polegada (6/16 = 3/8 de polegada)
-20: Comprimento em incrementos de 1/8 de polegada (20/8 = 2,5 polegadas)
Letra Sufixo: Indica perfuração da haste e da cabeça:
A: Cabeça perfurada, haste não perfurada
B: Cabeça perfurada e haste perfurada
C: Cabeça não perfurada, haste perfurada
D: Cabeça não perfurada e haste não perfurada
Parafusos de Tolerância Apertada:
Designados como séries AN173, AN174 ou NAS.
O diâmetro da haste é usinado com tolerância mais apertada (tipicamente +0,000/-0,0005 polegadas) para proporcionar um ajuste firme em furos alargados.
Usados em aplicações onde o ajuste preciso é crítico, como suportes de motor, fixações do sistema de controle e juntas altamente carregadas.
O ajuste firme garante distribuição uniforme de carga e evita fretting (desgaste por micro movimento).
Parafusos MS (Padrão Militar):
Os parafusos MS usam um sistema de numeração diferente.
Para parafusos de série métrica (por exemplo, MS20004-10), o número após o traço indica o diâmetro nominal em milímetros (10 = 10 mm).
Para parafusos baseados em polegadas, o número indica o diâmetro em incrementos de 1/16 de polegada.
Inspeção e Servicibilidade de Parafusos:
Roscas danificadas ou espanadas tornam o parafuso inservível; ele deve ser substituído.
Parafusos sobre-torqueados (esticados) devem ser substituídos—o estiramento reduz a força de aperto e a vida em fadiga do parafuso.
Parafusos com corrosão, mossas ou riscos na haste devem ser rejeitados.
As roscas correspondentes (porca ou furo roscado) também devem ser inspecionadas quanto a danos.
4.2 Porcas**Tipos de Porcas:**
Porcas comuns (AN315): Exigem um dispositivo de travamento secundário (pino de segurança, arame de segurança).
Porcas castelo (AN310): Possuem fendas para um pino de segurança. Utilizadas com parafusos de haste perfurada.
Porcas autotravantes:
Com inserto de nylon (porca elástica de parada): Um anel de nylon deforma-se sobre as roscas do parafuso para proporcionar atrito. O inserto deve estar intacto; um inserto rachado ou danificado torna a porca inservível.
Totalmente metálicas (torque predominante): A característica de travamento é uma porção elíptica ou fendida da porca que agarra as roscas do parafuso. Se a porca puder ser rosqueada manualmente ao longo das roscas do parafuso por mais de duas voltas, a característica de travamento desgastou-se e a porca deve ser rejeitada.
Porcas de cisalhamento: Utilizadas apenas em aplicações de cisalhamento, não em tração.
Limitações das Porcas Autotravantes:
Número limitado de reutilizações; o AMM especifica um torque predominante mínimo. Se a porca não atingir esse torque, deve ser substituída.
Não utilizadas onde a temperatura exceda a classificação do material do inserto (insertos de nylon são limitados a aproximadamente 120°C).
Não utilizadas em fixadores que giram (por exemplo, rolamentos de extremidade de haste de controle).
4.3 Arruelas
Arruelas comuns: Distribuem a carga, proporcionam uma superfície de apoio e evitam danos à superfície do componente.
Arruelas de pressão: Proporcionam uma ação de travamento por tensão de mola. Não utilizadas em fixadores estruturais primários.
Arruelas especiais: Utilizadas para fins específicos (por exemplo, arruelas de vedação, arruelas isolantes).
4.4 Dispositivos de Travamento
Pinos de Segurança:
Utilizados com porcas castelo para evitar o afrouxamento automático sob vibração.
Não aumentam a força de aperto; são dispositivos de travamento secundários.
Procedimento de instalação:
141.Aperte a porca ao valor especificado.
142.Se uma fenda alinhar com o furo do parafuso, insira o pino de segurança.
143.Se não, afrouxe a porca (nunca aperte além do torque) até a fenda mais próxima que alinhe.
144.Dobre as extremidades do pino de segurança sobre as faces da porca, não sobre a extremidade do parafuso.
Arame de Segurança:
Utilizado para travar parafusos, pinos e outros fixadores em aplicações críticas.
Deve ser instalado de modo a tender a apertar o fixador (ou seja, o arame puxa na direção de aperto).
Deve estar esticado, sem dobras ou curvaturas acentuadas.
Deve ser substituído sempre que for perturbado.
Arruelas de Pressão:
Proporcionam uma ação de mola para evitar o afrouxamento.
Não adequadas para aplicações estruturais primárias.
4.5 Rebites
Rebites Sólidos:
Materiais:
2117-T3 (AD): O rebite de alumínio mais comum. Endurecível por trabalho e pode ser cravado na condição como recebido. Substituto aceitável para muitas aplicações.
2024-T4 (DD): Mais resistente que o 2117-T3, mas deve ser tratado termicamente (tratamento de solução) e cravado dentro de um curto período (tipicamente 30 minutos) após a têmpera para reter a ductilidade. Se o rebite ficar demasiado duro, deve ser submetido a novo tratamento térmico.
1100 (A): Alumínio puro, macio e dúctil. Utilizado para aplicações não estruturais onde a resistência à corrosão é importante.
Monel, Cobre, Aço: Utilizados para aplicações específicas (por exemplo, alta temperatura, alta resistência). Não devem ser utilizados em estrutura de alumínio devido ao risco de corrosão galvânica.
Tipos de Cabeça:
Universal (AN470): Cabeça arredondada, utilizada para aplicações gerais.
Escareada (AN426): Cabeça rebaixada com um ponto central elevado. Utilizada onde é necessária uma superfície nivelada.
Cabeça Redonda (AN430): Cabeça totalmente arredondada, utilizada para aplicações não estruturais.
Cabeça Chata (AN442): Cabeça chata, utilizada para aplicações não estruturais.
Identificação: O tipo de cabeça e mOs materiais são identificados por marcas na cabeça do rebite (por exemplo, uma reentrância e ponto central para AN426, um ponto elevado para 2117-T3).
Seleção de Rebites:
O diâmetro do rebite deve ser aproximadamente três vezes a espessura da chapa mais espessa a ser unida, mas não inferior à espessura da chapa. Para chapas finas, o diâmetro é frequentemente limitado a 2–2,5 vezes a espessura para evitar distorção.
O comprimento do rebite deve ser suficiente para formar uma cabeça de fechamento adequada. Uma regra geral é que o comprimento deve ser igual ao comprimento de aperto mais 1,5 vezes o diâmetro.
Instalação de Rebites:
Rebites sólidos são instalados usando uma pistola de rebitar pneumática e uma barra de apoio para formar a cabeça de fechamento.
O rebite deve preencher completamente o furo; furos superdimensionados ou subdimensionados não são aceitáveis.
A cabeça de fechamento deve ser uniforme, sem fissuras ou dobras.
Remoção de Rebites:
Para perfurar um rebite danificado, use uma broca aproximadamente 1/32 de polegada menor que o diâmetro da haste do rebite. Para um rebite de 3/16 de polegada, use uma broca de 5/32 de polegada.
Perfure até a profundidade da cabeça fabricada e, em seguida, use um punção para remover a cabeça e extrair a haste.
Deve-se ter cuidado para não alargar ou danificar o furo.
Rebites Cegos:
Usados onde o acesso à parte traseira da junta não é possível.
Instalados usando uma ferramenta de tração.
Não usados em estrutura primária, a menos que especificamente aprovado.
4.6 Parafusos
Tipos: Parafusos de máquina, parafusos auto-roscantes, parafusos estruturais (por exemplo, Hi-Lok, Hi-Lite).
Identificação: Os parafusos são identificados pelo tipo de cabeça (Phillips, fenda, sextavada), material e número de peça.
Substituição: Sempre substitua os fixadores pelo número de peça correto, conforme especificado na documentação do fabricante (por exemplo, IPC). Usar qualquer parafuso disponível do mesmo tamanho não é aceitável, pois o material, a resistência e o revestimento podem ser diferentes.
5. Mangueiras, Tubos Rígidos e Cabos de Comando
5.1 Mangueiras Flexíveis
Construção:
Tubo interno: Transporta o fluido. Os materiais incluem borracha sintética, PTFE (Teflon).
Reforço: Fio trançado ou enrolado em espiral (aço inoxidável, nylon) para suportar pressão.
Cobertura externa: Protege o reforço contra abrasão e danos ambientais.
Identificação:
As mangueiras são marcadas com uma faixa colorida para indicar o tipo de fluido:
Faixa amarela: Mangueira à prova de fogo ou resistente ao fogo.
Faixa marrom ou vermelha: Mangueira de combustível.
Faixa azul: Mangueira pneumática.
Preto ou cinza: Mangueira de baixa pressão.
As marcações específicas podem variar conforme o fabricante; sempre consulte o AMM.
Inspeção e Servicibilidade:
O atrito na cobertura externa pode levar à abrasão da trança de reforço e, eventualmente, à falha.
Qualquer dano à trança de reforço exige substituição, pois a classificação de pressão da mangueira fica comprometida.
Emendar com fita ou vedar não é um reparo aprovado.
O atrito contra um suporte deve ser corrigido instalando uma luva protetora (protetor contra atrito) e/ou redirecionando a mangueira para evitar o contato.
5.2 Tubos Rígidos
Materiais:
Liga de alumínio (por exemplo, 2024-T3, 5052-O).
Aço inoxidável.
Titânio.
Critérios de Inspeção:
Pequenos amassados em tubos rígidos podem ser permitidos se não estiverem em uma dobra, não estiverem em um flange e estiverem dentro dos limites especificados no AMM/SRM (por exemplo, menos de 20% do diâmetro do tubo).
Martelar para remover amassados não é permitido.
Fissuras, dobras ou corrosão além dos limites permitidos exigem substituição.
5.3 Cabos de Comando**Construção:**
Cabo de aço, tipicamente de construção 7x7 ou 7x19.
O cabo é composto por pernas, cada uma contendo múltiplos fios.
Critérios de Inspeção:
Fios partidos: O cabo deve ser substituído se o número de fios partidos em qualquer comprimento de passo exceder 10% do total de fios.
Desgaste: Uma área achatada sem fios partidos pode ser aceitável se não reduzir o diâmetro do cabo abaixo dos limites.
Corrosão: Qualquer corrosão requer substituição.
Torções, gaiola de pássaro ou outros danos: Requer substituição.
Terminais de Cabo:
Terminais cravação (ex.: Nicopress) devem ser inspecionados quanto a fissuras e deslizamento.
Esticadores devem ser verificados quanto ao engate das roscas e à amarração de segurança (safety wire).
6. Plásticos Transparentes
6.1 Acrílico (Perspex, Plexiglass)
Propriedades:
Material termoplástico.
Excelente transparência ótica.
Boa resistência à intempérie e à degradação por UV.
Relativamente frágil; irá fissurar sob flexão repetida ou impacto.
Suscetível a fissuração por tensão quando exposto a solventes aromáticos.
Aplicações:
Janelas de cabine, para-brisas, capotas, lentes de luzes de pouso.
Considerações de Manutenção:
Limpeza: Utilizar solventes não aromáticos (ex.: sabão neutro e água, ou produtos de limpeza aprovados para acrílico). Solventes aromáticos (ex.: tolueno, xileno) podem causar microfissuras e fissuração por tensão.
Fissuras: Fissuras em janelas de acrílico não são reparáveis por perfuração de paragem ou selagem; comprometem a integridade estrutural e a retenção de pressão. O AMM/CMM especificará os comprimentos de fissura admissíveis; se excederem os limites, a substituição é obrigatória.
Instalação: Seguir o AMM para selante e instalação. Utilizar ferramentas apropriadas para evitar riscos ou tensões no material.
Manuseio: O acrílico risca facilmente; proteger a superfície durante a manutenção.
6.2 Policarbonato
Propriedades:
Termoplástico transparente e resistente.
Alta resistência ao impacto; pode ser flexionado repetidamente sem fissurar.
Mais resistente à fissuração do que o acrílico.
Suscetível à degradação por UV; requer revestimento protetor.
Aplicações:
Para-brisas, capotas, escudos de proteção.
Considerações de Manutenção:
Semelhante ao acrílico, porém mais tolerante à flexão.
Deve ser protegido da exposição a UV para prevenir amarelamento e fragilização.
6.3 Identificação de Plásticos Transparentes
Acrílico: Relativamente frágil; irá fissurar sob flexão repetida.
Policarbonato: Resistente e flexível; pode ser dobrado repetidamente sem fissurar.
7. Selantes e Adesivos
7.1 Selantes
Tipos:
Polissulfeto: O selante de aeronave mais comum. Utilizado para tanques de combustível, cabines pressurizadas e vedação geral. Resistente a combustíveis e a muitos produtos químicos.
Silicone: Utilizado para aplicações de alta temperatura e vedação elétrica. Não é resistente a combustíveis.
Poliuretano: Utilizado para proteção contra corrosão e resistência à abrasão.
Armazenamento e Manuseio:
Os selantes têm prazo de validade e devem ser armazenados conforme especificações do fabricante (frequentemente refrigerados).
Após a mistura, têm um tempo de utilização (pot life) e devem ser aplicados antes da cura.
Selante misturado não utilizado deve ser descartado; não pode ser armazenado para uso posterior.
A superfície de aplicação deve estar limpa e seca.
Selantes para Tanques de Combustível:
Formulados especificamente para resistir à degradação por combustível e prevenir vazamentos.
Não fornecem resistência estrutural nem ligação elétrica.
7.2 Adesivos- Utilizado para unir componentes estruturais e não estruturais.
Os tipos incluem adesivos epóxi, acrílicos e de poliuretano.
A preparação da superfície é crítica para a resistência da ligação.
Os adesivos têm limitações de prazo de validade e de vida útil em pote, semelhantes aos selantes.
8. Fluidos e Lubrificantes
8.1 Fluidos Hidráulicos
Tipos e Identificação:
À base de mineral (MIL-PRF-5606): Cor vermelha. Utilizado em sistemas mais antigos e em algumas aeronaves ligeiras.
Éster de fosfato (Skydrol): Cor púrpura (ou azul/verde). Utilizado em aeronaves comerciais e militares modernas. Não é compatível com fluidos à base de mineral.
À base de vegetal: Utilizado em alguns sistemas de travagem de aeronaves ligeiras.
Compatibilidade:
Os fluidos hidráulicos não devem ser misturados, exceto se especificamente aprovado.
Os fluidos de éster de fosfato atacam muitas tintas, selantes e plásticos; são necessárias precauções especiais.
8.2 Lubrificantes
Especificações MIL-PRF: Definem os requisitos de desempenho para lubrificantes e outros materiais. Comumente referenciados nos manuais de manutenção de aeronaves.
Graxas: Utilizadas em rolamentos, dobradiças e outras peças móveis. Os tipos incluem MIL-PRF-23827 (uso geral), MIL-PRF-81322 (ampla faixa de temperatura).
Óleos: Utilizados em motores, caixas de engrenagens e sistemas hidráulicos.
Seleção:
Utilize sempre o lubrificante especificado no MAM.
Não substitua, a menos que o substituto seja especificamente aprovado.
9. Ensaios Não Destrutivos (END)
9.1 Inspeção por Líquido Penetrante
Princípio:
Um líquido penetrante é aplicado na superfície e deixado em repouso, durante o qual penetra em fissuras abertas à superfície e outras descontinuidades.
A superfície é então limpa para remover o excesso de penetrante.
Um revelador é aplicado, que atua como um absorvente, puxando o penetrante para fora das descontinuidades para formar uma indicação visível.
Procedimento:
298.Limpar a superfície: Remover toda a sujidade, gordura e outros contaminantes.
299.Aplicar o penetrante: Por pulverização, pincelagem ou imersão.
300.Tempo de permanência: Deixar o penetrante permanecer na superfície pelo tempo especificado (tipicamente 10–30 minutos, dependendo do tipo de penetrante).
301.Remover o excesso de penetrante: Limpar o penetrante da superfície usando um solvente ou água, conforme especificado.
302.Secar a superfície: A peça deve ser seca antes de aplicar o revelador, porque o solvente residual pode diluir o penetrante e afetar a indicação.
303.Aplicar o revelador: Como um revestimento fino e uniforme.
304.Inspecionar: Examinar a superfície para indicações (coloridas ou fluorescentes, dependendo do tipo de penetrante).
Pontos Importantes:
O revelador não limpa a superfície; esse é o papel do limpador/removedor.
O revelador não protege contra a corrosão.
O revelador não melhora a visibilidade UV; esse é o papel do próprio penetrante se for fluorescente.
A limpeza de alta pressão pode forçar o penetrante para fora das fissuras e deve ser evitada.
9.2 Outros Métodos de END
Inspeção por partículas magnéticas: Utilizada para materiais ferromagnéticos. Deteta fissuras superficiais e subsuperficiais.
Inspeção por correntes parasitas: Utilizada para materiais condutores. Deteta fissuras superficiais e subsuperficiais e corrosão.
Inspeção ultrassónica: Utilizada para detetar defeitos internos e medir espessuras.
Inspeção radiográfica (raios X): Utilizada para detetar defeitos internos.
10. Práticas Gerais de Manutenção
10.1 Limpeza- A limpeza deve ser realizada utilizando materiais e métodos especificados nos dados de manutenção aprovados (AMM/CMM).
A utilização de solventes ou métodos não aprovados pode causar danos ou deixar resíduos.
Água de alta pressão não é adequada para todos os componentes.
Para ligas de magnésio, utilize nafta alifática ou outros solventes aprovados. Evite solventes clorados.
10.2 Aperto (Torque)
O aperto garante que a pré-carga (força de fixação) correta seja aplicada, o que é crítico para a integridade da junta e a vida à fadiga.
Apertar em excesso pode danificar o fixador ou o componente; apertar de forma insuficiente pode levar ao afrouxamento.
Os valores de torque são especificados no AMM.
Se um fixador se mover durante uma verificação de torque (torque de arranque inferior ao especificado), o procedimento correto é afrouxar completamente o fixador, inspecionar as roscas quanto a danos e, em seguida, reapertar ao valor especificado.
10.3 Avaliação e Registo de Defeitos
Qualquer dano nos materiais e hardware da aeronave deve ser avaliado de acordo com os dados aprovados (por exemplo, SRM, AMM).
O pessoal certificador de manutenção de linha (Categoria A) só pode realizar reparações simples dentro dos limites dos dados aprovados.
Se um defeito estiver dentro dos limites indicados no SRM ou AMM, é aceitável e a aeronave pode ser devolvida ao serviço, com o defeito registado como 'encontrado dentro dos limites' no diário de bordo.
Se um defeito estiver além dos limites, a aeronave não deve ser devolvida ao serviço até que o defeito seja retificado de acordo com os dados aprovados.
10.4 Furação de Paragem (Stop-Drilling)
Para componentes de chapa de alumínio não estruturais, a furação de paragem nas extremidades de uma fissura é um método de reparação temporário ou permanente aceite para prevenir a propagação da fissura, desde que esteja dentro dos limites dos dados aplicáveis.
A furação de paragem não é uma reparação reconhecida para janelas acrílicas ou outros plásticos transparentes.
11. Relações Comuns entre Conceitos
A seleção de materiais é determinada pela relação resistência-peso necessária, resistência à corrosão e custo. As ligas de alumínio são utilizadas na maior parte da estrutura; o aço para aplicações de alta resistência e alto desgaste; o titânio onde são necessárias resistência à corrosão e desempenho a altas temperaturas; o magnésio para componentes leves e não críticos.
A corrosão é o principal inimigo da estrutura da aeronave. É controlada por revestimentos de proteção, seleção adequada de materiais e inspeção regular. A remoção da corrosão deve ser seguida pela restauração do acabamento protetor.
A seleção de fixadores depende da aplicação: parafusos de uso geral para juntas não críticas, parafusos de tolerância apertada para juntas críticas, rebites para estrutura de chapa metálica e porcas autotravantes onde a vibração é uma preocupação.
Os dispositivos de travamento (chavetas, arame de segurança, porcas autotravantes) são mecanismos de travamento secundários; não aumentam a força de fixação.
Selantes e adesivos têm prazo de validade e tempo de utilização (pot life) limitados; devem ser aplicados dentro do tempo especificado e armazenados de acordo com as instruções do fabricante.
Os métodos de END são utilizados para detetar defeitos que não são visíveis a olho nu. A escolha do método depende do material e do tipo de defeito procurado.
12. Pontos Típicos de Foco em Exames1. **Tipos de corrosão e identificação:** Ser capaz de identificar tipos de corrosão a partir de descrições de aspeto e localização (por exemplo, pó branco/cinzento em alumínio = corrosão superficial; fissuras finas com produtos de corrosão = corrosão sob tensão).
344.Procedimentos de remoção de corrosão: Conhecer a sequência correta (avaliar, remover, avaliar espessura, restaurar acabamento) e as ferramentas/materiais a utilizar (abrasivos não metálicos para alumínio e magnésio).
345.Identificação de fixadores: Compreender os sistemas de numeração de peças AN e MS, incluindo letras de sufixo para cabeças/hastes furadas e o significado dos números para diâmetro e comprimento.
346.Parafusos de tolerância apertada: Conhecer a sua finalidade (ajuste preciso em furos alargados) e aplicações típicas (suportes de motor).
347.Materiais e identificação de rebites: Conhecer as propriedades dos rebites 2117-T3 e 2024-T4, e as marcações de cabeça para diferentes tipos de rebites.
348.Porcas autotravantes: Conhecer os critérios de inspeção (integridade do inserto de nylon, limites de binário predominante) e quando rejeitar.
349.Inspeção de mangueiras e tubagens: Conhecer os critérios de serviciabilidade (danos por atrito na trança exigem substituição; amolgadelas dentro dos limites podem ser aceitáveis).
350.Inspeção de cabos de comando: Conhecer a regra dos 10% de fios partidos e outros critérios de rejeição.
351.Plásticos transparentes: Conhecer as propriedades do acrílico vs. policarbonato, e os procedimentos corretos de manuseamento/limpeza.
352.Selantes: Conhecer o prazo de validade, o tempo de vida útil e os requisitos de armazenamento.
353.Fluidos hidráulicos: Conhecer o código de cores (vermelho = mineral, roxo = éster de fosfato).
354.Princípios de END: Compreender o papel do revelador na inspeção por líquidos penetrantes.
355.Procedimentos de binário: Conhecer a ação correta se um fixador se mover durante uma verificação de binário.
356.Disposição de defeitos: Saber quando um defeito está dentro dos limites (retorno ao serviço com registo no diário de bordo) vs. além dos limites (retificação necessária).
13. Fórmulas Chave e Regras Práticas
Item
Regra/Fórmula
Seleção do diâmetro do rebite
Aproximadamente 3 × espessura da chapa mais espessa (limitado a 2–2,5× para chapas finas)
Comprimento do rebite
Comprimento de aperto + 1,5 × diâmetro do rebite
Tamanho da broca para remoção de rebites
1/32 polegada menor que o diâmetro da haste do rebite
Rejeição de cabo de comando
Mais de 10% de fios partidos em qualquer comprimento de trança
Limite de amolgadela em tubagem
Menos de 20% do diâmetro do tubo (não em curvatura ou em flange)
Rejeição de porca autotravante
Pode ser enroscada manualmente nos filetes do parafuso por mais de duas voltas
Regulamento (UE) n.º 1321/2014, Anexo III (Part-66): Estabelece os requisitos de conhecimentos básicos para o pessoal certificador.
Apêndice I da Part-66: Define o programa do Módulo 6 e os níveis de conhecimento.
Part-M / Part-145: Regem a manutenção e a gestão da aeronavegabilidade, incluindo o registo e a disposição de defeitos.
AMC/GM da Part-66: Fornece meios aceitáveis de conformidade e material de orientação para o programa.
AMM (Manual de Manutenção de Aeronaves): A fonte primária para procedimentos de manutenção aprovados, valores de binário e critérios de inspeção.
SRM (Manual de Reparação Estrutural): Fornece limites de danos admissíveis e procedimentos de reparação para componentes estruturais.
IPC (Catálogo de Peças Ilustrado): Utilizado para identificar os números de peça corretos para hardware de substituição.### 15. Resumo dos Níveis de Conhecimento
Tópico
Nível
Requisitos Principais
Materiais de Aeronaves – Ferrosos
2
Conhecimento geral dos tipos de aço, propriedades e tratamentos de proteção
Materiais de Aeronaves – Não Ferrosos
2
Conhecimento geral do alumínio, magnésio, titânio e suas ligas
Corrosão
3
Conhecimento detalhado dos tipos de corrosão, causas, prevenção e procedimentos de remoção
Elementos de Fixação – Parafusos, Porcas, Parafusos de Pressão
3
Conhecimento detalhado dos critérios de identificação, seleção e inspeção
Elementos de Fixação – Rebites
3
Conhecimento detalhado dos tipos de rebites, materiais, instalação e remoção
Dispositivos de Travamento
3
Conhecimento detalhado de chavetas, arame de segurança e porcas autotravantes
Mangueiras e Tubagens
2
Conhecimento geral dos tipos, identificação e critérios de inspeção
Cabos de Comando
2
Conhecimento geral da construção, inspeção e critérios de rejeição
Plásticos Transparentes
2
Conhecimento geral das propriedades e manuseio do acrílico e policarbonato
Selantes e Adesivos
2
Conhecimento geral dos tipos, armazenamento e aplicação
Fluidos e Lubrificantes
2
Conhecimento geral dos fluidos hidráulicos e lubrificantes, cores de identificação
END (Ensaios Não Destrutivos)
2
Conhecimento geral dos métodos de END, particularmente a inspeção por líquido penetrante
Práticas Gerais
2
Limpeza, aperto com torquímetro, avaliação de defeitos e registo